top of page
Buscar


Optimal Outcome no Autismo: é possível “deixar de ser autista”?
O termo Optimal Outcome (em português, algo como “desfecho ótimo”) é usado na literatura científica para descrever pessoas que:
1. tiveram um diagnóstico de autismo considerado confiável na infância;
2. apresentaram melhora importante do funcionamento adaptativo e social ao longo do desenvolvimento;
3. posteriormente deixam de preencher critérios diagnósticos para TEA em avaliações clínicas padronizadas.

Gabriela Hessel
28 de mai.3 min de leitura


TEA X TDAH: Por que os diagnósticos podem ser confundidos?
Durante muitos anos, pessoas autistas foram diagnosticadas apenas com TDAH. Pessoas com TDAH receberam diagnóstico de ansiedade. Outras, passaram a vida ouvindo que eram “difíceis”, “distraídas”, “sensíveis demais” ou “sem esforço”. O problema é que vários sintomas do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e do TDAH realmente podem parecer iguais à primeira vista — mas nem sempre têm a mesma origem. E é exatamente aí que mora o perigo de avaliações superficiais. O que TEA e TDA

Gabriela Hessel
8 de mai.2 min de leitura


TDAH: Um dos transtornos mais subestimados que existem!
O TDAH não é sobre “não prestar atenção”.É sobre não conseguir regular a própria atenção.
E isso muda tudo.

Gabriela Hessel
17 de abr.3 min de leitura


As crianças autistas crescem e se tornam adultos autistas
O autismo não é uma fase do desenvolvimento.É uma forma de funcionamento neurológico que acompanha a pessoa ao longo de toda a vida. O que muda com o tempo não é o autismo —é o contexto, as exigências e, muitas vezes, o nível de sofrimento.

Gabriela Hessel
6 de abr.2 min de leitura


Coisas simples que ajudam um autista a se manter regulado
O que mais sustenta um dia funcional costuma ser o básico bem feito.

Gabriela Hessel
31 de mar.2 min de leitura


DESAUTONOMIA NO TEA: quando o corpo não acompanha o ritmo da mente
A desautonomia é uma disfunção do sistema nervoso autônomo, que é responsável por regular funções automáticas do corpo...

Gabriela Hessel
30 de mar.3 min de leitura


É POSSÍVEL MUDAR DE NÍVEL DE SUPORTE?
Sim. Porque o nível de suporte não é uma sentença definitiva.Ele é contextual, dinâmico e sensível ao ambiente.

Gabriela Hessel
28 de mar.2 min de leitura


POR QUE TANTOS DIAGNÓSTICOS HOJE EM DIA?
Mesmo antes de termos nomes, critérios diagnósticos e avanços na neurociência, os problemas já existiam. E causavam prejuízos reais.
A diferença é que eles eram mascarados. Escondidos debaixo do cansaço extremo, do excesso de trabalho, da vergonha de expor dificuldades e, principalmente, dos rótulos sociais que substituíam qualquer tentativa de compreensão.

Gabriela Hessel
27 de mar.3 min de leitura
bottom of page
.png)